Análise dos Jogadores no Último Jogo
Diogo Costa (6) – A primeira parte foi tranquila, porém atenta. Ele se destacou ao sair da sua área para neutralizar a presença de Sudakov entre os centrais, além de ter defendido um livre direto do ucraniano. No segundo tempo, manteve o mesmo nível, mostrando um ótimo controle da profundidade e distribuição, dificultando qualquer tentativa de pressão alta.
Alberto (4) – Inicialmente preso na estratégia de Mourinho, que posicionou Aursnes próximo a ele, Alberto só se destacou no jogo durante um contra-ataque aos 14 minutos. A partida não o permitiu explorar suas acelerações, embora tenha tentado algumas jogadas pela linha na segunda parte, sem grande impacto.
Bednarek (6) – Focado nos duelos aéreos com Pavlidis e nas investidas de Sudakov, Bednarek teve dificuldades em se conectar com os laterais devido ao esquema 4x4x2 do Benfica. Recebeu um cartão amarelo aos 48 minutos por uma falta dura sobre Lukebakio, mas esteve sempre presente na defesa.
Francisco Moura (5) – Beneficiou de um toque de calcanhar de Sainz e teve uma finalização que exigiu uma intervenção de Trubin. Na segunda parte, tentou ser mais ativo, mas sem resultados efetivos.
Varela (4) – Limitado pelo esquema tático do Benfica, apareceu mais na pressão sobre o portador da bola e na reação à perda. Sua atuação foi de trabalho árduo, mas sem brilho, e recebeu um cartão amarelo por falta sobre Sudakov.
Froholdt (4) – Sem espaço para se movimentar, teve algumas oportunidades de finalização, mas não conseguiu se destacar. Buscou espaços à direita, mas encontrou dificuldades. Sua performance ficou muito abaixo do esperado.
Gabri Veiga (5) – Marcado de perto por Richard Ríos, conseguiu se libertar perto do intervalo, resultando em uma jogada que levou a uma defesa de Trubin. Quando parecia mais ativo, foi substituído por Farioli.
Pepê (4) – Enfrentou dificuldades para se inserir no jogo, permanecendo muito posicional e, por isso, frequentemente inacessível. Quando conseguiu receber a bola, suas decisões e finalizações foram falhas. Saiu do jogo aos 61 minutos, o que não surpreendeu.
Samu (4) – Teve um bom apoio frontal, destacando-se aos 18 minutos ao encontrar Froholdt na direita, mas pouco mais fez. Foi fisicamente absorvido pelos centrais do Benfica e teve dificuldades técnicas, sendo substituído por Denis Gul.
Borja Sainz (5) – Teve três ações notáveis: uma assistência de calcanhar para Moura aos 42 minutos, um duelo perdido com Dedic que resultou em falta de Bednarek, e uma jogada na compensação que quase resultou em gol. Sua atuação não foi empolgante.
William Gomes (4) – Sempre irreverente, fez um remate característico, mas sem sucesso em desequilibrar a partida.
Pablo Rosário (5) – Um jogador combativo, cumpriu seu papel sem grandes floreios.
Deniz Gul (5) – Trouxe energia ao ataque, mas não teve oportunidades de finalização. Mostra-se mais versátil que Samu, mas precisa continuar lutando por espaço.
Rodrigo Mora (6) – Entrou aos 90 minutos, um timing questionável. Teve uma finalização que acertou a trave, embora parecesse estar em posição de impedimento.