Controvérsias e Decisões Arbitrais em Jogo Entre Nápoles e Sporting

Controvérsias e Decisões Arbitrais em Jogo Entre Nápoles e Sporting

No decorrer do jogo, Fotis Ioannidis desequilibrou-se e caiu dentro da área dos napolitanos, mas o contato ocorreu fora da área, sem justificativa para qualquer infração. O incidente envolveu o lado esquerdo da anca do avançado grego e o lado direito da anca de Miguel Gutierrez.

Aos 15 minutos, uma entrada de Kevin de Bruyne sobre Iván Fresneda foi considerada perigosa, com a perna levantada, atingindo a canela esquerda do defesa espanhol. Essa ação, que poderia resultar em cartão amarelo, não foi sancionada pelo árbitro.

No minuto 37, Juan Jesus segurou o braço de Trincão, desequilibrando-o próximo à área. Esse ato, que cortou um ataque promissor, também merecia a exibição de um cartão amarelo.

Geny Catamo caiu na área napolitana em um lance com Leonardo Spinazzola. A repetição da jogada, mostrada de longe, não esclareceu se houve infração, especialmente no que diz respeito ao uso das mãos. A falta de imagens adicionais gerou dúvidas sobre a decisão de não assinalar um pênalti.

O árbitro adicionou um minuto de tempo extra, baseado no golo do Nápoles, ocorrido aos 36 minutos, conforme estipulado pela lei 7 sobre a duração do jogo.

Kevin de Bruyne, aos 56 minutos, rematou de perto, levando a bola a tocar na mão direita de Iván Fresneda, que mantinha os braços junto ao corpo. A decisão de não marcar um pênalti foi correta, considerando a posição do jogador.

Matteo Politano, aos 61 minutos, tocou levemente o pé de Maxi Araújo, que acabou por cair. Embora o toque tenha sido sutil, resultou na perda de posse de bola do jogador uruguaio. O VAR validou a decisão do árbitro, pois o contato foi evidente.

Aos 80 minutos, Rasmus Hojlund marcou um golo legal, sem infringir a regra do fora de jogo, sendo Zeno Debast quem o colocou em jogo ao receber a bola de Kevin de Bruyne. A tecnologia usada na Champions League confirmou a legalidade do lance.

Por fim, foram concedidos apenas quatro minutos de tempo adicional, um período considerado insuficiente para as ocorrências do segundo tempo, que incluíram cinco substituições e dois golos, um dos quais estava sob análise do VAR. Seis minutos teriam sido mais apropriados.

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