Desempenho dos Jogadores do Benfica em Vitória Confortável
6 Trubin — Aos três minutos, fez uma excelente saída a um cruzamento perigoso vindo da esquerda do ataque do Nice. Embora tenha tocado na bola em algumas ocasiões, foi principalmente para receber passes atrasados de colegas e repor a bola em jogo. Esteve sempre presente.
6 Dedic — Tem se afirmado na lateral direita da defesa encarnada, embora seu trabalho defensivo não tenha sido excepcional. Participou bem na jogada do segundo gol, demonstrando boa condição física e capacidade de percorrer a ala. A presença de Aursnes ao seu lado certamente ajudou.
6 António Silva — É justo dizer que não teve uma noite muito movimentada. No entanto, o Nice tentou atacar e, sempre que a bola chegava a ele, a situação parecia controlada. O destaque da sua atuação foi um corte em um remate de um atacante ousado que havia driblado ele e Otamendi aos 50 minutos. Também teve algumas saídas interessantes para o ataque.
6 Otamendi — Mostrou-se como uma autoridade indiscutível na defesa do Benfica. Seguiu seu plano de jogo, mantendo a simplicidade quando necessário e elaborando jogadas quando possível. Foi responsável pelo passe que resultou no primeiro gol e quase marcou um golaço em um cruzamento-remate antes do intervalo.
6 Dahl — Embora não seja Carreras, o jogador expressou o desejo de deixar sua marca no Benfica como seu antecessor. Tem potencial, mas ainda não decidiu em situações de um contra um. Defende com firmeza e ataca com segurança, garantindo por enquanto seu lugar como lateral esquerdo.
5 Ríos — Os mais puristas podem perdoar a ousadia, mas a forma como este colombiano se movimenta em campo, especialmente com a bola dominada e a cabeça levantada, lembra um famoso número 10 que fez história no Benfica e hoje é presidente. Não estamos falando de rendimento, pois sua atuação nesta terça-feira não foi memorável, mas sua maneira de jogar sugere que ele tem talento.
5 Barrenechea — A maneira como recebe a bola e busca soluções imediatas, seja individualmente ou através de passes, revela sua qualidade. Resta saber se uma dupla formada por ele e Ríos será suficiente para jogos de maior intensidade no meio-campo, mas os sinais positivos estão presentes.
7 Schjelderup — Atuou pela esquerda, enquanto seu compatriota estava na direita. Os dois se entenderam de forma sublime, marcando os dois gols da vitória tranquila do Benfica. Primeiro, Schjelderup assistiu Aursnes, e depois foi a vez do inverso. Além de sua participação nos lances decisivos, o jovem norueguês demonstrou fibra, presença e muita vontade de ser considerado por Lage para a temporada 25/26.
5 Ivanovic — Após ser herói na França, sua estreia em casa não foi tão brilhante. No entanto, ainda tem tempo e qualidade. De modo geral, sua atuação não saiu como desejava, incluindo um remate fácil para as mãos do goleiro em uma situação de 3x2 aos 45 minutos.
6 Pavlidis — Está cheio de confiança e preparado para ser o motor do ataque do Benfica. Joga bem de costas para a baliza, procura e cria espaços inesperados, embora não tenha conseguido finalizar com sucesso nesta partida. No entanto, isso certamente acontecerá no futuro.
6 Prestianni — Exibiu um toque de classe sul-americana em uma noite paradoxalmente nórdica, devido ao calor em Lisboa. Rápido e determinado na recuperação da bola, tem um olhar afiado para a área adversária. Pode causar dores de cabeça a Lage ou trazer muitas alegrias.
5 Florentino — Sua atuação não acrescentou nem retirou da monotonia que representou, sendo competente em suas funções no meio-campo do Benfica.
5 Leandro Barreiro — Apresentou um posicionamento interessante, quase como um segundo ponta de lança. Uma situação a ser revista.
— Henrique Araújo — Teve azar, pois, quando estava prestes a entrar, a bola demorou a sair. Terá melhores oportunidades para mostrar seu valor.
— Akturkoglu — Poderá ter sido sua despedida da Luz. Pelo menos, não jogará mais contra o Benfica, mesmo que amanhã assine pelo Fenerbahçe.