Rui Costa Lamenta a Morte de Jorge Costa
Rui Costa, presidente do Benfica, expressou suas condolências pela morte de Jorge Costa, um grande amigo que considerava como um irmão. "É uma notícia triste e infeliz. Queria apresentar, em meu nome e do Benfica, as condolências às famílias, amigos e ao FC Porto", afirmou Costa ao embarcar para Nice, onde o Benfica disputará a primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga da UEFA Champions League.
Ele descreveu Jorge Costa como uma figura marcante no futebol português: "Foi uma pessoa, um jogador, um atleta, um desportista e um homem que deixou uma marca em uma geração de jogadores em Portugal. Particularmente, é um dia muito triste. Tenho memórias com ele desde os 17 anos. Perdemos um grande homem e um grande amigo. Compartilhamos momentos inesquecíveis, especialmente na Seleção, com destaque para o Campeonato Mundial que conquistamos juntos em 1991. Pessoalmente, é um dia muito triste. Apresento minhas condolências à família, amigos e filhos, que estão sofrendo imensamente. Um forte abraço a todos eles", acrescentou.
Rui Costa também refletiu sobre a rivalidade entre o Benfica e o FC Porto, ressaltando a amizade que tinha com Jorge Costa: "Há rivalidades entre Benfica e FC Porto, mas, para quem joga, existem esses convívios nas seleções. No meu caso, com o Jorge, a amizade foi sempre muito forte. Não posso esquecer as nossas memórias, dias felizes e outros tristes. É um dia muito triste para mim. Minha vitória mais importante na Seleção foi com ele [Mundial sub-20, em 1991], numa fase da vida em que tudo deixa uma marca. Existia entre nós uma amizade muito grande. Estou muito triste", continuou o presidente do Benfica.
Por fim, Rui Costa recordou momentos especiais que compartilharam: "Fomos companheiros de quarto por muitos anos nas seleções. As memórias ficam para nós, passamos dias extraordinários juntos. O Jorge sempre foi um grande profissional, defendeu seu clube como eu defendi o meu, sempre foi um defensor do FC Porto à sua maneira. Para quem o conhecia, como eu, o que mais marca é o extraordinário homem que o Jorge era".