Cláusula de Rescisão de Rodrigo Mora em Debate

Cláusula de Rescisão de Rodrigo Mora em Debate

A tarde desta quarta-feira foi marcada por novas informações sobre a cláusula de rescisão de Rodrigo Mora, que, segundo alegações, estaria fixada em 105 milhões de euros desde 15 de julho, e não nos 70 milhões de euros acordados no momento da renovação do contrato do médio-ofensivo com o FC Porto.

Enquanto as negociações entre os dragões e o Al Ittihad prosseguem visando a venda do jogador, essa informação gerou dúvidas e o jornal A BOLA buscou esclarecer a situação. Os 70 milhões de euros estipulados na cláusula de Mora deveriam ser depositados até uma data específica (supostamente 15 de julho), após a qual não haveria mais direito à rescisão.

No entanto, dado que o FC Porto e o clube saudita estão tentando chegar a um acordo para a transferência de Rodrigo, a SAD azul e branca pretende respeitar o valor previamente acordado de 70 milhões de euros, considerando que não se trata de um caso em que o jogador deva efetuar o depósito da cláusula. Isso se deve ao fato de que seria praticamente impossível que um atleta exercesse a própria cláusula ou pagasse uma indenização, uma vez que precisaria ter o montante disponível em conta, acrescido de impostos, caso outro clube tivesse disponibilizado o valor mencionado.

Num cenário improvável em que uma das partes quisesse avançar para a rescisão de forma unilateral, o jogador ficaria sujeito ao pagamento dos 70 milhões de euros, acrescido de uma penalização de 50% (ou seja, mais 35 milhões de euros), totalizando, assim, 105 milhões de euros, além de possíveis sanções desportivas.

Dessa forma, a cláusula de 70 milhões de euros é considerada um valor máximo de referência nas negociações, que o FC Porto deseja respeitar, sem abrir mão de um cêntimo. Por esse motivo, o clube rejeitou as abordagens anteriores do Al Ittihad por Rodrigo Mora.

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