Decisões Arbitrais e Intervenções do VAR em Jogo de Futebol

Decisões Arbitrais e Intervenções do VAR em Jogo de Futebol

No minuto 9, o árbitro mostrou um cartão vermelho direto a Morten Hjulmand, alegando que o jogador havia feito uma entrada violenta ao atingir o corpo ou o braço de Stankovic. No entanto, as repetidas análises mostraram que a decisão foi equivocada. O VAR interveio de forma eficaz, revertendo a decisão inicial, uma vez que Hjulmand levantou a perna direita, tocou primeiro na bola e, em seguida, encostou a canela no braço do adversário. Assim, a conduta foi considerada negligente, resultando na mudança do cartão vermelho para amarelo. Essa intervenção do VAR foi exemplar.

No minuto 19, Onyedika esticou a perna esquerda e, ao não tocar na bola, arriscou ser punido com um livre direto e cartão amarelo por cortar um ataque promissor. Contudo, a repetição mostrou que Geovany Quenda também participou da jogada, promovendo o contato. A decisão disciplinar do árbitro foi acertada.

No minuto 29, Christos Tzolis reclamou ter sido tocado no pé esquerdo dentro da área, após um lance disputado com Iván Fresneda. Não foram encontradas repetições claras que confirmassem um pisão, sugerindo apenas um leve contato durante a corrida, que foi considerado inconsequente. O VAR, tendo acesso a todas as imagens, validou a decisão de não marcar pênalti, confirmando que não houve infração.

No minuto 50, após um cruzamento de Tzolis, a bola atingiu o cotovelo esquerdo de Iván Fresneda, que mantinha os braços atrás das costas e ao longo do corpo, sem qualquer volumetria. A decisão de não assinalar pênalti foi correta.

No minuto 68, Christos Tzolis recebeu um cartão amarelo por pisar, com a sola e os cravos, o pé direito de Fresneda, numa entrada negligente.

No minuto 75, Joaquin Seys cometeu uma falta dura ao entrar de dois pés em Francisco Trincão. O árbitro corretamente aplicou o cartão amarelo ao defensor belga devido à natureza negligente da entrada.

No minuto 90, foram concedidos quatro minutos de tempo extra para compensar o tempo perdido na segunda parte, que teve seis paradas para substituições e a entrada de dez jogadores, além de dois cartões amarelos e um gol. O tempo ideal de compensação deveria ter sido de seis minutos.

Nota do Árbitro (Tobias Stieler): 7

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