Desempenho do Árbitro na Partida entre Sporting e Kairat
Damian Sylwestrzak, árbitro polaco de 33 anos, foi o responsável pela arbitragem do jogo entre Sporting e Kairat na primeira jornada da Liga dos Campeões. Durante a partida, ele assinalou corretamente um pênalti a favor de Luis Suárez, mas deixou de marcar uma falta clara sobre Francisco Trincão.
Logo aos 4 minutos, o árbitro mostrou um cartão amarelo a Giorgi Kochorashvili por uma entrada imprudente, onde ele atingiu o pé de Damir Kassabulat com a sola da sua chuteira. A decisão foi acertada.
Aos 12 minutos, Damir Kassabulat deveria ter recebido um cartão amarelo por acertar com o cotovelo no rosto de Giorgi Kochorashvili ao tentar cabecear a bola. O lance ocorreu na entrada da área do Kairat e poderia ter resultado em um livre direto, que não foi concedido, além da ação disciplinar.
No minuto 20, Luis Suárez foi derrubado por Serkhan Kalmurza, que não parou o movimento e acabou atingindo o pé do atacante colombiano. O árbitro, bem posicionado, assinalou imediatamente a penalidade, uma boa decisão.
A defesa do pênalti pelo goleiro Serkhan Kalmurza foi feita corretamente, pois ele manteve o pé direito sobre a linha do gol ao avançar com a perna esquerda no momento em que Morten Hjulmand chutou. O VAR verificou a situação e não encontrou irregularidades.
Aos 31 minutos, Luis Suárez recebeu um cartão amarelo por uma entrada imprudente que resultou em lesão ao adversário Egor Sorokin, após um toque excessivamente alto.
No minuto 32, o árbitro assinalou um livre direto quando a bola atingiu o braço de Giorgi Kochorashvili. Apesar de ser uma infração não intencional, a decisão de marcar o livre foi compreensível, embora o ideal fosse deixar a jogada seguir, considerando que o jogador já havia sido advertido.
Aos 39 minutos, Jorginho recebeu um cartão amarelo por uma falta tática ao derrubar Giorgi Kochorashvili. A decisão foi correta, já que seu objetivo era interromper a jogada.
No segundo tempo, aos 47 minutos, Maxi Araújo teve um contato leve com Erkin Tapalov, mas a decisão de não marcar pênalti foi apropriada, já que não houve impacto suficiente para desequilibrar o jogador.
Aos 56 minutos, foi corretamente assinalado um livre direto contra Pedro Gonçalves, que derrubou o goleiro Serkhan Kalmurza após um toque involuntário ao tentar parar seu movimento.
Aos 60 minutos, Gonçalo Inácio e Ofri Arad se agarraram mutuamente, e o árbitro decidiu marcar falta de Inácio, quando o mais apropriado seria deixar a jogada seguir.
Aos 68 minutos, Geovani Quenda foi advertido com um cartão amarelo por tirar a camisa ao comemorar um gol, uma decisão correta, embora o árbitro pudesse ter esperado que o jogador se vestisse novamente.
Aos 78 minutos, Zeno Debast recebeu um cartão amarelo por uma entrada desleal, mas a decisão de não mostrar um vermelho foi justificada pela intensidade do contato.
No minuto 80, houve um lance contestado onde Egor Sorokin impediu Trincão de finalizar o lance. Embora não tenha sido uma infração clara, um pênalti poderia ter sido assinalado.
Aos 86 minutos, o Kairat marcou um gol legal, sem infracções à lei do fora de jogo, com Ricardinho tendo mais de dois adversários entre ele e a linha de gol.
Nos acréscimos, Dastan Satpaev recebeu um cartão amarelo por simulação, uma decisão correta, já que ele caiu sem ter sido tocado por Gonçalo Inácio.
Por fim, os 3 minutos de compensação foram considerados insuficientes para um segundo tempo que teve várias interrupções e eventos significativos, o que levanta a necessidade de uma melhor avaliação do tempo extra em jogos dessa importância.