Resumo das Decisões Arbitrais em Jogo da Juventus
No minuto 6, Federico Gatti, ao abrir o braço direito e atingir o rosto de Ioannidis, deveria ter sido advertido com um cartão amarelo, além do livre direto assinalado. Este gesto foi considerado negligente e um comportamento antidesportivo que merecia uma sanção disciplinar.
Logo aos 23 minutos, o pisão de Thuran sobre o pé esquerdo de Georgios Vagiannidis, enquanto este se dirigia perigosamente à área adversária, foi corretamente penalizado, pois cortou um ataque promissor.
Na sequência, aos 26 minutos, Andrea Cambiaso recebeu uma advertência por solicitar ao árbitro a exibição de um cartão amarelo para Morten Hjulmand, que havia agarrado um jogador da Juventus. Pedir cartões para os adversários é considerado um comportamento antidesportivo e, portanto, sancionado.
Aos 28 minutos, Georgios Vagiannidis caiu na área da Juventus sem qualquer contato, resultado de um desequilíbrio e não de uma simulação. O árbitro fez bem em não assinalar nada e em não mostrar cartão amarelo ao capitão leonino.
No minuto 33, Pedro Gonçalves, em desacordo com a decisão do árbitro que não marcou uma falta a favor dos leões, expressou seu descontentamento através de palavras e gestos, levando o juiz a mostrar-lhe um cartão amarelo.
O gol de empate da Juventus, ocorrido aos 34 minutos, foi legal, sem infração à lei do fora de jogo, uma vez que, no momento do passe de Thuran para Vlahovic, este contava com mais de dois adversários entre ele e a linha de baliza.
O árbitro apenas concedeu um minuto de tempo extra no final do primeiro tempo, o que foi insuficiente para as incidências do jogo, incluindo dois gols e três cartões amarelos.
Aos 61 minutos, Maxi Araújo, que tinha a posse de bola, abriu o braço esquerdo e atingiu o rosto de McKennie, sendo corretamente advertido.
O cartão amarelo mostrado a Morten Hjulmand no minuto 74 foi merecido, uma vez que ele fez um tackle deslizante com a perna direita, atingindo e derrubando Zhegrova, já próximo da área, cortando assim um ataque promissor.
Por fim, o árbitro concedeu quatro minutos de tempo extra aos 90 minutos, o que foi insuficiente, considerando as cinco paragens para substituições, com a entrada de dez jogadores, além das interrupções para atender jogadores caídos e os dois cartões amarelos mostrados. O tempo adequado seria de seis minutos.
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