Decisões Arbitrais em Jogo do Benfica: Análise Detalhada
Durante o jogo, aos 10 minutos, não houve razão para a marcação de um pênalti a favor do Benfica na área do adversário. O contato entre Franjo Ivanovic e Kojo Peprah Oppeng ocorreu quando ambos disputavam a bola, sendo um choque normal resultante do movimento dos jogadores. O VAR confirmou a correta decisão do árbitro em campo.
Aos 19 minutos, Fredrik Aursnes marcou o primeiro gol do Benfica, que passou por duas análises do VAR. A primeira se referiu a um possível impedimento na jogada, mas ficou claro que Andreas Schjelderup estava em posição legal no momento do passe de Enzo Barrenechea, já que havia mais de dois defensores entre ele e a linha do gol. A segunda análise verificou se o jogador norueguês havia dominado a bola com o braço. As repetições mostraram que ele controlou a bola entre o peito e o ombro esquerdo, área legal para o domínio. Assim, o gol foi validado sem infrações.
Para que um jogador seja expulso por anular uma clara oportunidade de gol, quatro fatores devem ocorrer simultaneamente, conforme a Lei 12. No caso de Abdulay Bah, que agarrou Pavlidis, o árbitro decidiu corretamente não mostrar cartão vermelho, pois a bola estava no ar e não controlada pelo atacante grego, que ainda contava com um defensor que poderia intervir. Portanto, foi mostrado um cartão amarelo por interromper um ataque promissor.
Aos 55 minutos, Samuel Dahl cometeu uma falta em Antoine Mendy, atingindo o tornozelo do adversário de forma negligente, o que justificaria um cartão amarelo, mas este não foi mostrado, o que foi uma decisão incorreta.
Aos 65 minutos, Clauss pisou o tornozelo de Prestianni. Embora a entrada tenha sido imprudente, a gravidade do lance foi atenuada pelo fato de o jogador ter o pé no chão e pela ausência de intenção maliciosa. O VAR também corroborou a decisão de mostrar apenas um cartão amarelo.
Finalmente, aos 90+2 minutos, Gianluca Prestianni recebeu um cartão amarelo por derrubar Malvin Bard com uma falta tática, interrompendo um ataque perigoso. Essa infração se encaixa na categoria de falta tática, cujo único objetivo é evitar um perigo subsequente.