Decisões Arbitrárias em Jogo Entre Tondela e Benfica
No decorrer do jogo, diversas decisões do árbitro geraram controvérsias. No minuto 25, foi assinalado um livre direto e mostrado um cartão amarelo a Otamendi, que cometeu falta ao puxar e derrubar Hélder Tavares na entrada da área, interrompendo um ataque promissor.
Mais tarde, aos 34 minutos, Miro, atacante do Tondela, foi advertido por agredir Schjelderup no pescoço com o braço direito. Apesar da falta clara, o árbitro não aplicou a lei da vantagem, que poderia ter favorecido o Benfica em um contra-ataque.
No minuto 44, não houve motivo para um pênalti na disputa entre João Afonso e Richard Ríos. O colombiano chegou primeiro à bola e, ao continuar seu movimento, acabou tocando o pé de Afonso. O contato foi fortuito e a decisão do árbitro foi correta.
Na segunda metade do jogo, aos 51 minutos, um pênalti foi inicialmente assinalado por falta de Obrador sobre Yarlen. Contudo, após revisão do VAR, ficou claro que a infração ocorreu fora da área, resultando na reversão para um livre direto. Apesar disso, o árbitro deveria ter mostrado cartão amarelo a Obrador por impedir um ataque promissor.
O cartão amarelo a Enzo Barrenechea, por simulação aos 62 minutos, foi uma decisão acertada, já que as imagens mostraram que não houve contato por parte de Juanse.
Aos 83 minutos, Tiago Manso cometeu falta sobre Kerem Akturkoglu, pisando claramente em seu pé. O árbitro aplicou o cartão amarelo, mas interrompeu uma jogada promissora que poderia ter beneficiado o Benfica, não permitindo a aplicação da lei da vantagem.
Nos minutos finais, aos 87, Ceitil foi advertido por agarrar Leandro Barreiro, impedindo um avanço claro. O árbitro não mostrou cartão amarelo, o que foi uma omissão.
Finalmente, no minuto 89, a bola não entrou completamente na baliza após um cabeceio de Tiago Manso, confirmando que o gol não foi válido. É importante ressaltar que nas competições profissionais não se utiliza a tecnologia da linha de gol (TLG). O VAR teve um papel crucial em decisões importantes, especialmente no lance do pênalti, mas o árbitro falhou em aplicar a lei da vantagem em momentos decisivos, beneficiando o infrator.