Decisões Arbitrárias em Partida dos Leões

Decisões Arbitrárias em Partida dos Leões

No decorrer do jogo, Miguel Nóbrega realizou um tackle deslizante que atingiu Maxi Araújo. O árbitro aplicou corretamente a lei da vantagem, mas deveria ter mostrado um cartão amarelo na interrupção seguinte, que coincidiu com o golo dos leões.

Quando Francisco Trincão fez o passe para Luís Suarez, este estava em posição legal, validada por Miguel Nóbrega. O assistente e o VAR confirmaram a decisão correta.

A bola foi desviado de cabeça por Miguel Nóbrega e, de forma inesperada, atingiu o braço de Fotis Ioannidis, que estava em posição natural. O VAR revisou a jogada e não assinalou nada, uma decisão acertada.

O cartão amarelo mostrado a Miguel Nóbrega, após uma entrada por trás sobre Luis Suarez, foi justificado pela persistência em infringir as leis do jogo. O árbitro sinalizou a infração fazendo gestos com os dedos.

Iván Fresneda foi advertido com cartão amarelo por agarrar e puxar a camisola de Noah Saviolo de forma evidente, próximo à linha de baliza. A decisão do árbitro foi adequada.

O árbitro adicionou cinco minutos de tempo extra no primeiro tempo, devido ao golo, aos dois cartões amarelos, à substituição por lesão de Fotis Ioannidis e à assistência médica ao guarda-redes do Vitória, Charles Silva.

Oumar Camara deveria ter sido advertido com cartão amarelo por ter atingido o rosto de Maxi Araújo com a mão aberta, mas essa infração passou despercebida ao árbitro.

Noah Saviolo recebeu um cartão amarelo por agarrar a camisola de Eduardo Quaresma, uma ação antidesportiva que foi corretamente penalizada.

Durante um lance em que ambos os jogadores saltaram para cabecear, Eduardo Quaresma e Samu colidiram acidentalmente. O contato foi inevitável, pois ambos estavam em trajetórias opostas.

Maxi Araújo, desequilibrado, promoveu o contato com o pé esquerdo de Beni, mas não houve infração por parte do jogador do Vitória. A decisão de não assinalar nada foi acertada.

O árbitro acrescentou 11 minutos de tempo extra no final da partida, o que foi adequado, considerando as várias interrupções para assistência médica e substituições. O tempo foi bem justificado.

Giorgi Kochorashvili recebeu um cartão amarelo por pisar o pé de Telmo Arcanjo, uma entrada negligente que foi corretamente sancionada.

Rodrigo Abascal foi punido com cartão amarelo por atrasar o recomeço do jogo ao retirar a bola da pequena área, um comportamento antidesportivo que não passou despercebido ao árbitro.

Um lance crucial que decidiu a passagem à final foi corrigido pelo VAR, que reverteu um fora de jogo mal assinalado. No momento do passe de Samu para Ndoye, este estava claramente em jogo, com um desvio de um defensor iludindo o assistente.

Assistentes: Rui Teixeira e Pedro Mota; 4.º árbitro: Hélder Carvalho; VAR/AVAR: Pedro Ferreira e Nuno Eiras.

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